junho 04, 2026

[5 motivos] para ler: A pequena loja de venenos

Gostei tanto dessa forma de falar sobre as séries aqui no blog, que resolvi tentar também com livros. Às vezes a motivação para a leitura vai além do tema da história. Como ela é narrada, onde se passa, quem escreveu, o número de páginas, se é livro único ou série são apenas alguns dos aspectos que podem nos influenciar a ler ou não. Assim como faço com as séries, aqui pretendo dar os motivos pelos quais eu recomendo a leitura de algum livro. Alguns podem ter resenha no blog, como é o caso dessa primeira escolha, mas outros podem aparecer por aqui apenas dessa forma. Espero que vocês gostem dessa nova maneira de apresentar o que eu tenho lido.

1. Primeira motivação: A capa! Pois é… se não fosse pela capa não sei se teria tirado esse livro, do qual nunca tinha ouvido falar, da prateleira para ler a sinopse. Já essa foi a segunda motivação e a que me fez decidir pela compra. Abracei o livro de uma tal forma que há muito tempo eu não fazia.

maio 28, 2026

[Diário sem chave] Entre letras e coreografias

Estou me divertindo muito com as postagens nostálgicas, tanto que acabei me inspirando em criar mais uma coluna aqui no Mente Hipercriativa que remete a algo que várias adolescentes dos anos 90 possuíam. O termo, sem chave, pode parecer estranho, já que manter segredos era fundamental para quem tinha um diário, mas duas coisas me motivaram a escolher esse nome. A primeira é que se vou publicar na internet, não é segredo nem muito particular. A segunda é que a chave fazia pouca ou nenhuma diferença naqueles diários. A gente precisava contar com a cooperação dos outros de não ler mesmo. 👀

Aqui vou compartilhar eventos, fotos, ou o que mais eu contaria em uma conversa entre amigos, pois acredito que algumas experiências são mais legais quando vividas em grupo. Fiquem agora com a primeira edição de Diário sem chave!

maio 21, 2026

[Memória afetiva] Revistas

Nostalgia pura é o que define para mim essa postagem. Antes da popularização da internet, qualquer pesquisa escolar se baseava em enciclopédias, jornais e revistas. Era uma maneira mais lenta de se encontrar o que precisa, mas acredito que essa paciência é exatamente o que muita gente sente falta no mundo de hoje. As enciclopédias deveriam permanecer intactas, para futuras consultas, os jornais, dependiam muito das notícias selecionadas para o dia, mas as revistas tinham de tudo um pouco. Com atenção e criatividade a gente conseguia o que precisava mesmo que não fosse o tema da publicação.

Esse recurso, muito explorado pelas escolas na década de 90, fez nascer em mim um hobby: folhear revistas. Muito melhor do que timeline infinita, sem tela brilhante e sem anúncios para interromper (okay, eles estavam lá, mas era bem mais fácil virar a página em menos de 30 segundos). Desse hábito veio o de recortar imagens e pequenos textos para colar nas agendas (ou diários) e quando descobri o que era ser fã de alguma coisa, para montar meu pequeno acervo de reportagens. É dessa saudade que nasceu a postagem de hoje.

Selecionei algumas revistas publicadas na década de 90 e início dos anos 2000 que tem grande significado para mim. Ainda possuo alguns exemplares dos títulos selecionados, mas como todas já foram exaustivamente consultadas e recortadas, precisei buscar no Google uma capa para representar cada uma. Se lembrarem de alguma que tenha sido importante para você, fiquem à vontade para compartilhar nos comentários!


maio 14, 2026

[Tag] Conheça a blogueira

Hoje é dia de TAG aqui no Mente Hipercriativa e dessa vez estou respondendo pela indicação do blogueiro e amigo Luciano Otaciano do blog: Pensamento Solto. Não deixem de visitar! Agora, fiquem com as repostas para conhecer um pouco melhor o Mente Hipercriativa e a blogueira que aqui escreve!

1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog?

O Mente Hipercriativa é meu segundo blog, e surgiu quando o Universo Invisível, criado em 2008 para compartilhar meus contos e crônicas, não me pareceu adequado para receber resenhas e outras postagens variadas. Já tive vontade de juntar os dois, mas acredito que o perfil de visitantes de cada um é diferente e por isso mantenho esse blog desde 2010 com seu conteúdo abordando filmes, livros e séries.

maio 07, 2026

[Eu shippo] Chidi e Eleanor

Esqueci da coluna por algum tempo, e esqueci de novo… hahaha… definitivamente ficar torcendo por casais não é algo que eu faça com frequência. Claro que gosto de personagens com boa química, mas acredito que essa nem sempre precisa se desenvolver em um relacionamento amoroso. No entanto, alguns casais ficam na minha memória e garantem morada no meu coração e em alguns casos acabam virando um tipo de meta de relacionamento que só serve pra aumentar a expectativa e a possibilidade de frustração.

Dessa vez resolvi trazer um casal de uma série que eu amei desde a primeira vez que vi e já revi pelo menos duas vezes. Com humor e reflexões profundas, The Good Place divide lugar no meu coração com Arquivo X (1993-2018) e Sherlock (2010-2017).

Casal Escolhido: Chidi Anagonye e Eleanor Shellstrop

abril 29, 2026

[Top 5] Musicais

Mais uma vez a postagem saindo num dia diferente aqui no Mente Hipercriativa! Dessa vez o motivo, repetindo o do ano passado em que eu também adiantei a postagem, é o dia internacional da dança! Como já contei minha trajetória nessa arte na postagem: [Hoje é dia…] Internacional da dança, resolvi comemorar a data esse ano relembrando e recomendando alguns dos musicais que moram no meu coração.

Faz pouco tempo que comecei a apreciar esse gênero cinematográfico, mas acho que farei isso com maior frequência daqui em diante. Acredito que essa lista tem filmes para todos os gostos com algo em comum: belas canções, histórias inesquecíveis e ótimas coreografias!

La La Land: Cantando Estações (2016): O pianista Sebastian conhece a atriz Mia, e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva Los Angeles, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo, enquanto perseguem fama e sucesso.

abril 23, 2026

[Novos na estante] #19

Nessa edição da coluna novos na estante, além o sebo que sempre contribui para aumentar o número de exemplares na minha lista de leitura, tem um livro que foi um presente entregue pelo próprio autor. Um escritor querido, cuja mãe é minha vizinha e nossas famílias são amigas de muitos anos, publicou de forma independente uma fantasia que tem despertado em mim muitas reflexões.

A Casa da Rua 40 (M.Zuchi): Um versículo do Qohélet “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás de vento” foi a fagulha desta escrita, o ponto de partida para toda a história, que trouxe reflexões profundas e serviu de pano de fundo para todos os diálogos internos que compartilho neste livro. Cada personagem que ganhou vida em minha imaginação, cada lugar que me levaram a conhecer, funcionaram como “portas” que eu precisava abrir e atravessar dentro da minha cabeça. A Casa 7 é o ponto de partida para a Terra das Escolhas, um caminho necessário para encontrar o sentido da vida. Busquei ingredientes na minha infância, resgatei aprendizados que observei ao longo do caminho, nos erros, nos traumas, nas alegrias, nas boas e más lembranças, nas conquistas, nos causos descompromissados, e nas conversas fiadas entre amigos. Trata-se de literatura fantástica, pois, nada como ter a oportunidade de criar novos pontos de vista, ou melhor, dar vista a pontos que sempre estiveram lá, com personagens carregados de elementos sobrenaturais, extraordinários e surreais; com perguntas e respostas que surpreendem, por estarem cheias de sabedorias e de dúvidas cotidianas; por serem simples, mas, ricos em cura e em empatia. (Sinopse completa: Amazon)

abril 16, 2026

[5 Motivos] para assistir: Emergência Radioativa

O Brasil já foi cenário de várias tragédias e algumas delas serviram de lições para que os mesmos erros não se repetissem. No entanto, as pessoas envolvidas no evento original não têm a chance de contar com o preparo que surge depois e foi assim que em setembro de 1987, em Goiânia, Goiás, dois catadores de material reciclável tomaram posse de um objeto abandonado sem saber o perigo que corriam.

Pouco tempo havia se passado do desastre nuclear de Chernobyl, em abril do ano anterior, por isso estava vivo na memória da população a gravidade do problema. Assim, além de correr contra o tempo para evitar que o pó radioativo se espalhasse pelo país inteiro, as autoridades responsáveis precisavam evitar que o pânico se alastrasse levando a população ao caos e agravando a situação.

1. Primeira motivação: Assim como o Incêndio no Edifício Joelma (1974) na cidade de São Paulo, SP, essa tragédia sempre chamou minha atenção pela forma como aconteceu, os desdobramentos e o número de vítimas que deixou. Já havia lido a respeito e quando vi que fariam uma minissérie na Netflix, coloquei na minha lista para assistir.

abril 02, 2026

[Sessão Pipoca] Um estudo em rosa

Meu primeiro contato com Sherlock Holmes não foi a partir dessa série. Desde que me entendo por gente, por amar o universo literário eu ouço falar do famoso detetive, mas nunca li uma só história. No entanto, tudo mudou em 2020, em meio à pandemia, quando um dia encontrei minha mãe assistindo uma série. Mal sabia eu o quanto aquela dupla de amigos mudaria minha vida para sempre.

Como comecei assistindo despretensiosamente os episódios exibidos diariamente na TV Brasil nas noites de segunda a sexta, não pude escolher a sequência e por isso Os Cães de Baskerville, o segundo da segunda temporada, foi o primeiro que assisti. Dali fui até o fim da série e apenas quando a emissora reiniciou a exibição assisti a Um estudo em rosa. Isso influenciou bastante na maneira como me identifiquei e me afeiçoei a Sherlock Holmes e John Watson.

Sinopse: Depois que algumas pessoas cometem suicídio tomando uma pílula mortal, o detetive Lestrade, da polícia local, procura o único homem capaz de resolver um caso que, aparentemente, está ligado a um assassino em série. Esse homem é Sherlock Holmes. (Fonte: Google)

março 26, 2026

[Tag] O bom do outono

Finalmente temperaturas mais amenas, assim espero, com o fim do verão. Se tem algo que me atrapalha a escrever mais do que a desmotivação é o calor. Para celebrar a mudança de estação, resolvi trazer de volta uma tag que criei ano passado: O bom do outono. Mas, se a primeira versão dela foi respondida com livros, esse ano farei diferente e usarei filmes em cada categoria.

Fiz algumas modificações na tag para adaptar melhor ao tema e espero que vocês gostem do resultado. Fiquem à vontade para responder a tag no blog de vocês, só não esqueçam de citar o Mente Hipercriativa e me avisar para eu ir lá ler!

1. Temperaturas amenas: um filme sem muito drama

Em meus sonhos (2014): Depois de jogar moedas numa fonte dos desejos, um casal passa a conversar em seus sonhos e tem apenas uma semana para se encontrarem e viver o romance que apenas sonham. Apesar do curto tempo que tem, a história se desenvolve de forma suave sem nos deixar agoniados.

março 19, 2026

[Resenha] O último adeus de Sherlock Holmes

E mais uma vez passei algumas semanas acomodada no sofá do apartamento 221B na rua Baker ouvindo Dr. Watson narrar as aventuras com seu amigo Sherlock Holmes. Esse é o último exemplar que consegui comprar da Companhia Editora Nacional com os atores Benedict Cumberbatch e Martin Freeman na capa e apesar da vontade de ter todos, acho que falta mais um, no momento não pretendo procurar pelo exemplar.

Novamente foi uma releitura, já que no box da editora Harper Collins Brasil estão reunidas todos os romances e os contos publicados do detetive pelo autor Conan Doyle. Tive aquela experiência de me lembrar de alguns casos, enquanto outros li como se fosse a primeira vez.

Ao acompanhar duas sequências de raciocínio, Watson, é possível encontrar um ponto de intersecção que deva se aproximar da verdade.” Pág. 219

Sinopse: Poderia uma mulher morrer de susto sozinha? Quem teria enviado o misterioso pacote - duas orelhas humanas em uma caixa? Holmes e Watson investigaram uma série de mistérios antes de o detetive de Baker Street finalmente trocar Londres pela calma de sua fazenda em Sussex. Holmes está aposentado, mas uma última aventura interrompe sua tranquilidade. Ele conseguirá impedir uma terrível arma de cair nas mãos inimigas? A um passo da Primeira Guerra Mundial, a Grã-Bretanha precisa muito da ajuda de seu mais célebre detetive. (Fonte: Skoob)

março 12, 2026

[Marca Texto] #11

Li num livro…
Me marcou…
Quero compartilhar…

Amor e outras conspirações não ganhou resenha aqui no Mente Hipercriativa, apenas um comentário sobre a leitura na última edição dos ‘Sem resenha’, mas quero deixar claro que gostei da leitura e outros fatores contribuíram para que eu não tivesse condições de escrever e publicar.

Acredito que minha versão jovem adulta enxergaria vários aspectos em comum com a personagem principal, narradora da história. Reconheço muitos desejos, sonhos e atitudes dela que eu costumava ter. Felizmente a única coisa com a qual eu não senti nenhuma identificação é com o relacionamento tóxico que Hallie viveu e tenta superar.

Para fazer justiça a esse livro, decidi comparar algumas das frases que marquei durante a leitura. Espero que vocês gostem!

Aviso: nenhum livro foi literalmente marcado durante a leitura e seleção dos trechos.

Houve uma época em que tudo isso me fisgou e fez com que eu me sentisse especial quando o que eu mais queria era receber essa atenção. Eu sentira aquelas coisas com tão pouca frequência na minha vida, então como poderia saber que não era normal?” Pág.43

março 05, 2026

[Resenha] A biblioteca dos sonhos secretos

Esse livro foi um daqueles que comprei por impulso da última vez que visitei uma livraria de shopping. Caro, mas, pelo menos, valeu à pena. Não só tenho vontade de reler, como quero me aventurar em outros do gênero ficção de cura. Cada resenha que leio nos blogs que visito só me deixa mais certa disso.

Isso é útil para mim? Vou tirar algum proveito? Talvez o que me atrapalhou até agora tenha sido esse juízo de valor. Ouvir a voz do coração é importante, e havia várias coisas que eu desejava fazer.” Pág. 230

Sinopse: Uma história sobre a magia dos livros e seu poder de conectar pessoas. O que você procura? Essa é a pergunta que a enigmática Sayuri Komachi faz a quem visita a biblioteca do Centro Comunitário de Tóquio em busca de ajuda. A lista de livros que ela recomenda sempre contém um título inusitado que se torna o agente de uma mudança. Em cinco histórias independentes que se entrelaçam de maneira sutil, você conhecerá pessoas que estão em momentos diferentes da vida, lidando com situações como a frustração no trabalho, a falta de oportunidades, o medo do fracasso e a vontade de começar de novo. A Sra. Komachi tem o dom de saber exatamente de qual livro cada visitante precisa para mudar de perspectiva e voltar a alimentar seus sonhos. Às vezes, as mudanças mais transformadoras não são as mais grandiosas: são aquelas que nos fazem ver a vida – e suas infinitas possibilidades – de uma maneira inteiramente nova. E você? O que está procurando? (Fonte: Ed. Sextante)

fevereiro 26, 2026

Toda ajuda importa!

A postagem de hoje está um pouco diferente e fora dos temas que eu costumo tratar aqui no blog. Vocês devem estar acompanhando pelas páginas de notícias ou pela televisão a tragédia que se abateu sobre a Zona da Mata mineira. Dentre as regiões afetadas está minha cidade natal, Juiz de Fora. Não preciso dizer que o clima aqui está entre luto e medo, porque ainda não sabemos quando a chuva dará uma trégua.

Graças a Deus meus entes queridos e eu não estamos entre as pessoas diretamente atingidas, mas saber de famílias que perderam mais de 10 membros de uma só vez enquanto ainda está recente o falecimento da minha tia no início de dezembro do ano passado e a dor que vem junto, não sou capaz de imaginar como está sendo para essas pessoas.

Por isso, para tentar contribuir nesse momento tão difícil, resolvi abrir espaço aqui no Mente Hipercriativa para divulgar os locais de doação para quem sobreviveu, mas perdeu a moradia, móveis, seus objetos pessoais e estão em abrigos na esperança de dias melhores. Sei que muitos dos visitantes que passam por aqui não são da cidade, então procurei opções que incluem ajuda pela internet e pontos de coleta em outras cidades e estados.

>> Cidade que cuida <<

Movimento emergencial pelas chuvas em Juiz de Fora.
Conectando quem pode ajudar com quem precisa.

fevereiro 19, 2026

[Fica a Dica] Netflix

Como estão indo de feriado? Já de volta à rotina ou ainda com tempo para um filme ou série? Semana passada falei da minissérie ‘Os sete relógios’ que estreou recentemente na Netfilx e hoje quero compartilhar mais algumas produções disponíveis na plataforma. Algumas não tão conhecidas, mas que gostei bastante.

Sou assinante desde agosto de 2024 e já coloquei mais títulos na lista do que sou capaz de assistir, mas sempre encontro algo novo para adicionar. Além de produções que eu nunca tinha visto, a plataforma tem também filmes que já assisti, mas acabo querendo ver mais uma vez. A postagem de hoje traz um pouco das duas coisas.

Para começar não podia ser diferente, tinha que ser ele, Martin Freeman. 😌 São apenas 4 produções com ele no elenco, mas sempre que lembro envio sugestões para a plataforma para ver se esse número aumenta. 😊 Os primeiros da lista são exatamente duas séries, uma minissérie e um filme com Martin no elenco.

StartUp (2016) - Para lavar dinheiro roubado, eles financiam uma criptomoeda e acabam envolvidos com um agente do FBI corrupto e uma gangue de Miami. Duração: 3 temporadas | Gênero: suspense policial, drama.

fevereiro 12, 2026

[Sessão Pipoca] Os Sete Relógios

Às vésperas do dia de São Valentim no próximo sábado, o dia dos namorados internacional, eu não poderia escolher outro senão o Martin Freeman 💘 para aparecer em uma postagem aqui no Mente Hipercriativa. Apesar de ser um moço comprometido há anos, até onde eu sei, aprecio o trabalho dele e me apaixono por quase todos os seus personagens. Nessa minissérie não foi diferente, apesar do Martin de bigode não ser um dos meu visuais favoritos dele.

O ator foi meu primeiro e mais forte motivo para assistir à minissérie, mas o fato de ser a adaptação de uma obra de Agatha Christie também me atraiu bastante. Confesso que me decepcionei com o pouco tempo de tela do Martin, mas entendo que ele não era o protagonista da história, mas sim Lady Eileen (Mia McKenna-Bruce). Uma jovem determinada a descobrir o culpado pelo assassinato de seu amigo, Gerry Wade (Corey Mylchreest).

fevereiro 05, 2026

[Especial] Metas 2026

Resolvi não esperar o Carnaval passar para escrever minhas metas para esse ano. Não é nada muito diferente dos anos anteriores, mas cada vez que confecciono uma nova lista, percebo que estou ficando mais clara nos meu objetivos e tenho conseguido cumprir a maior parte do que planejo.

Conforme prometi no final do ano passado, em 2026 vou me esforçar para não esquecer a lista, voltando para ler o que eu escrevi de vez em quando para ver o que estou esquecendo, o que posso melhorar e o que devo desistir de vez.

E são essas as minhas metas, separadas por categorias:

janeiro 29, 2026

[Retrospectiva] Mente Hipercriativa

Já que estamos nessa vibe de 2016 por todo lugar, resolvi compartilhar um tipo de postagem que eu publicava naquela época. Nos primeiros anos do Mente Hipercriativa eu costumava fazer mensalmente um apanhado de tudo o que havia sido publicado e deixar os links listados em uma postagem no final do mês. Com o passar do tempo, e a diminuição da frequência de postagens, abandonei a prática, pois consegui reunir na página inicial todas as publicações do mês.

Quando fui olhar o arquivo de 2016 em busca de inspiração para algo com a vibe daquele ano, encontrei logo em janeiro essa postagem com um apanhado do ano anterior e gostei tanto da ideia que já comecei a escrever. Mas não queria uma postagem apenas com os links, pois isso é fácil de ser acessado na aba lateral à direita do blog na versão web. Decidi analisar o que foi publicado e comentar a respeito.

janeiro 22, 2026

[TBR 2026] Encalhados na estante

Voltando aos poucos, mas ainda em ritmo de férias, decidi montar uma lista com todos os livros que tenho negligenciado na estante e aguardam ansiosamente para serem lidos. Tem histórias que eu ainda não conheço, releituras e algumas que faz tanto tempo que li que será como se fosse a primeira vez. Assim nasceu a “To be read 2026”. Parecia um bom plano, até eu perceber que as coisas saíram do controle há algum tempo…

A lista inicial passou dos 40 livros e conta com algumas trilogias longas como Mundo de Tinta (Cornelia Funke) e Caraval (Stephanie Garber), as quais quero ler sem intervalo. Colocar esses seis livros como meta de leitura seria pedir para falhar e, por isso, decidi escolher apenas 10 títulos e deixar outras leituras serem escolhidas de acordo com minha vontade de ler.

Sendo assim, esses são os selecionados para ler esse ano: