Nessa edição da coluna novos na estante, além o sebo que sempre contribui para aumentar o número de exemplares na minha de leitura, tem um livro que foi um presente entregue pelo próprio autor. Um escritor querido, cuja mãe é minha vizinha e nossas famílias são amigas de muitos anos, publicou de forma independente uma fantasia que tem despertado em mim muitas reflexões.
A Casa da Rua 40 (M.Zuchi): Um versículo do Qohélet “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás de vento” foi a fagulha desta escrita, o ponto de partida para toda a história, que trouxe reflexões profundas e serviu de pano de fundo para todos os diálogos internos que compartilho neste livro. Cada personagem que ganhou vida em minha imaginação, cada lugar que me levaram a conhecer, funcionaram como “portas” que eu precisava abrir e atravessar dentro da minha cabeça. A Casa 7 é o ponto de partida para a Terra das Escolhas, um caminho necessário para encontrar o sentido da vida. Busquei ingredientes na minha infância, resgatei aprendizados que observei ao longo do caminho, nos erros, nos traumas, nas alegrias, nas boas e más lembranças, nas conquistas, nos causos descompromissados, e nas conversas fiadas entre amigos. Trata-se de literatura fantástica, pois, nada como ter a oportunidade de criar novos pontos de vista, ou melhor, dar vista a pontos que sempre estiveram lá, com personagens carregados de elementos sobrenaturais, extraordinários e surreais; com perguntas e respostas que surpreendem, por estarem cheias de sabedorias e de dúvidas cotidianas; por serem simples, mas, ricos em cura e em empatia. (Sinopse completa: Amazon)




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