Faz pouco tempo que comecei a apreciar esse gênero cinematográfico, mas acho que farei isso com maior frequência daqui em diante. Acredito que essa lista tem filmes para todos os gostos com algo em comum: belas canções, histórias inesquecíveis e ótimas coreografias!
La La Land: Cantando Estações (2016): O pianista Sebastian conhece a atriz Mia, e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva Los Angeles, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo, enquanto perseguem fama e sucesso.
Amo filme, tanto da parte romântica quanto da dança. Queria que o casal tivesse um desfecho diferente, mas gostei do realismo do filme ao mostrar que nem tudo acontece conforme sonhamos, mas nem por isso é necessariamente ruim. Acaba sendo um final agridoce que nos faz sorrir enquanto uma lágrima desce pelo rosto.
O Rei do Show (2017): P.T. Barnum, um homem que tem uma tendência natural de enganar seu público, decide montar um circo na esperança de ficar famoso. Durante sua saga, ele ainda precisa lidar com uma questão pendente em sua vida: a paixão cega pela cantora Jenny Lind.
É ouvir as canções e já quero sair dançando! Espero ansiosa pelo dia em que a professora vai escolher a música de abertura desse filme para começar ou encerrar o espetáculo de final de ano. “The Greatest Show” e “Come Alive” são minhas favoritas. Quanto à história, esse filme também não decepciona. Nada muito fora do clichê, mas suficientemente agradável para uma tarde sem compromisso.
Chicago (2002): Velma, a sensação de um clube noturno, assassina seu marido mulherengo. Então Billy Flynn, o advogado mais esperto de Chicago, é o escolhido para defendê-la. A novata cantora Roxie também acaba na prisão por matar seu namorado, e Billy também pega seu caso, transformando tudo em um circo da mídia. Elas aproveitam a repercussão e entram em uma disputa pelo topo do estrelato.
De longe o mais fora da minha zona de conforto dessa lista. Apesar de gostar de filmes policiais e de mistério, esse aqui é de dentro do presídio com as criminosas já pagando pelos crimes, mas ainda com esperança de se verem livres. O show das protagonistas com o advogado para convencer a mídia da inocência delas não é nada fora do que vemos por aí, a não ser a parte da música, que aqui é um verdadeiro espetáculo. Já tive a oportunidade de dançar uma das coreografias em sala de aula.
O Retorno de Mary Poppins (2018): Em uma Londres abalada pela Grande Depressão, Mary Poppins desce dos céus novamente com seu fiel amigo Jack para ajudar Michael e Jane Banks, agora adultos trabalhadores que sofreram uma grande perda. As crianças Annabel, Georgie e John vivem com o pai na mesma casa de 24 anos atrás e precisam da babá enigmática e o acendedor de lampiões otimista para trazer alegria e magia de volta para suas vidas.
Gosto do filme Mary Poppins (1964), mas sou apaixonada por essa sequência e suas canções. Tudo aqui me encanta e eu gostaria de dançar alguma das canções no palco também. Por enquanto sigo ouvindo a trilha sonora e dançando em casa ou andando pela rua. Acho que depois do sonho de encontrar uma porta que leve para um lugar mágico, a maioria dos leitores sonha com uma ajuda que se materialize e faça acontecer uma transformação maravilhosa em sua vida.
Hairspray: Em Busca da Fama (2007): O sonho de todo adolescente é aparecer no “The Corny Collins Show”, o programa de dança mais famoso da TV. Tracy Turnblad é uma jovem gorda que tem paixão pela dança. Ao fazer um teste ela impressiona os juízes e, desta forma, conquista um lugar no programa. Logo ela alcança o sucesso, ameaçando o reinado de Amber Von Tussle no programa. As duas passam também a disputar o amor de Link Larkin, enquanto duelam pela coroa de Miss Auto Show. No entanto, os conceitos de Tracy mudam quando ela descobre o preconceito racial existente na TV, decidindo usar sua fama para promover a integração.
Faz tempo que assisti esse filme pela TV, preciso rever agora que apareceu na Netflix. O filme tem uma atmosfera animada e para mim é difícil resistir a vontade de sair dançando quando ouço as canções. Gosto da história e o desenvolvimento proposto, com as reflexões importantes, assim como o desfecho que retrata bem o final de uma apresentação de dança.
Vocês gostam de musicais? Já assistiram algum desses?
Contem para mim, na hora que alguém recomenda atividade física vocês pensam na dança? Caso essa ideia nunca tenha passado pela mente de vocês fica aqui minha dica: façam uma aula experimental de algum gênero. Não tem idade nem corpo específico para começar. Só marca o dia/hora no local mais próximo e vai. Esse ano completa 10 anos que fiz isso e não me arrependo.
Se quiser para saber como foi o meu processo: clique aqui.
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