Às vésperas do dia de São Valentim no próximo sábado, o dia dos namorados internacional, eu não poderia escolher outro senão o Martin Freeman 💘 para aparecer em uma postagem aqui no Mente Hipercriativa. Apesar de ser um moço comprometido há anos, até onde eu sei, aprecio o trabalho dele e me apaixono por quase todos os seus personagens. Nessa minissérie não foi diferente, apesar do Martin de bigode não ser um dos meu visuais favoritos dele.
O ator foi meu primeiro e mais forte motivo para assistir à minissérie, mas o fato de ser a adaptação de uma obra de Agatha Christie também me atraiu bastante. Confesso que me decepcionei com o pouco tempo de tela do Martin, mas entendo que ele não era o protagonista da história, mas sim Lady Eileen (Mia McKenna-Bruce). Uma jovem determinada a descobrir o culpado pelo assassinato de seu amigo, Gerry Wade (Corey Mylchreest).
Sinopse: Os Sete Relógios de Agatha Christie traz a adaptação do livro de mistério lançado em 1981 pela Rainha do Mistério. A trama se passa em uma casa de campo luxuosa nos anos 1920, onde uma pegadinha organizada durante uma festa resulta em uma tragédia. Por mais que tudo pareça um infeliz acidente, a jovem investigadora Lady Eileen “Bundle” Brent está convencida que há algo de suspeito por trás. Agora, cabe a Bundle desvendar esse mistério o mais rápido possível, mal sabendo que a investigação pode mudar sua vida. [Fonte: AdoroCinema]
A história começa com um crime no ano de 1920. Somos apresentados a cena, mas não há explicação sobre quem é a vítima ou o motivo de sua morte. Na sequência somos transportados para 1925 durante uma festa na mansão onde moram Bundle e sua mãe, Lady Caterham (Helena Bonham Carter). Após uma brincadeira com sete despertadores que termina com a morte de Gerry, Bundle assume a investigação, pois não acredita que o amigo tenha sido capaz de tirar a própria vida.
A questão é que ninguém acredita na jovem e o legista declara a causa da morte como acidental pela overdose de sonífero. Bundle não mede esforços para convencer os amigos a ajudá-la na investigação, o que acarreta mais tragédias já no primeiro episódio deixando claro que a trama é muito mais complexa e arriscada do que aparenta. Mesmo com todo perigo, Bundle não desiste e decide que auxiliará o Superintendente Battle (Martin Freeman) da New Scotland Yard a investigar.
Não sei se passar dos 40 me fez muito bem, pois fiquei boa parte da minissérie achando a protagonista muito novinha para fazer o que estava fazendo, mesmo sem saber a idade dela. Talvez tenha sido influenciada pela altura, pois sou mais alta do que a atriz Mia McKenna-Bruce, o que já não é muita altura, na verdade. 😅 Mas eu não era assim, e teria inclusive me sentido representada se fosse mais nova. Bundle é uma protagonista muito corajosa e perspicaz e não desiste fácil de seus objetivos.
Quanto ao mistério, suspeitei de um dos culpados logo no começo, mas admito que foi apenas um sentimento sem embasamento em evidências. A medida que a história vai desenrolando, mais peças do quebra-cabeça foram se encaixando e posso dizer que gostei da experiência de desvendar a trama poucos segundos antes de ser revelada na tela. Pelo que li nas críticas, parece que mudaram muita coisa em comparação ao livro da Agatha, mas como não li, não posso fazer essa comparação.
Na minha opinião, não precisava ser uma minissérie, pois os três episódios com cerca de 50 minutos poderiam ser condensados em um filme com algo em torno de 2 horas de duração. Mas estou lendo algumas notícias sobre produções voltadas para pessoas que não querem prestar atenção ao que estão assistindo e pode ser esse o motivo para terem diluído a história em episódios. Sinceramente espero que essa tendência mude e as pessoas voltem a ter foco para acompanhar tramas complexas e compactas, mas não estou depositando minhas esperanças nesse milagre.
Indico a minissérie para quem gosta de um mistério interessante no estilo “whodunit” onde temos um crime, vários suspeitos e um detetive para explicar o que aconteceu. Acho bem interessante esse tipo de trama, porque gosto de analisar o caso junto com os personagens e a revelação ao final funciona como uma checklist.
Para fãs do Martin Freeman, eu recomendo a minissérie porque ele faz parte do elenco e eu gosto de apoiar o trabalho dele, mas não espere muitos momentos com sua presença, pois apesar de ser o superintendente da polícia encarregado da investigação, a protagonista é Lady Eileen “Bundle” e a trama gira em torno dela. De qualquer forma, gostei muito de ter mais um trabalho dele para assistir, no streaming que eu assino, mesmo que seja com o bigodin.
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| Passei boa parte do tempo com essa imagem do Sherlock em mente. (Tr. Deixe-me fazer uma pergunta. Você realmente vai ficar com isso?) |
Título:
Agatha Christie's Seven Dials
Direção:
Chris Sweeney
Gênero:
Drama, mistério, suspense
Classificação:
12 anos
Duração:
161 minutos (dividido em 3 episódios)
País:
Reino Unido
Lançamento:
15 de janeiro de 2026
Trailer:
Os sete relógios | (Youtube)
Quem já assistiu a minissérie? E alguém já leu o livro ‘O Mistério dos Sete Relógios’? Se alguém teve acesso tanto ao livro quanto a minissérie, por favor, fique à vontade para apontar as principais diferenças nos comentários. Fiquei curiosa e não sei quando poderei ler.
Para ver tudo o que publiquei sobre o ator aqui no blog, acesse: MartinFreeman






Olá, tudo bem?
ResponderExcluirNão conhecia a minissérie mas adoro o Martin Freeman, e seu post está impecável!
Beijos. ♥
https://isagoeswitheflow.blogspot.com
Oi, tudo bem e você?
ExcluirEu me apaixonei por ele na época que assisti Sherlock e acho que é pra vida toda. Fico feliz que tenha gostado!
Beijos;
Olá! Quero assistir esta minissérie, vou pesquisar, adoro as minisséries! Bom fim de semana
ResponderExcluirOi, espero que goste! Boa semana pra você!
ExcluirNão conhecia essa série e nem o livro que inspirou. Aliás, ainda não li nada da autora! Gostei da premissa e algumas séries poderiam ser tranquilamente um filme mesmo hehehe. Ah! E eu adoro assistir essas tramas com os meus atores favoritos, mesmo quando eles não aparecem muito. :)
ResponderExcluirDica anotada!
Beijo, Carol
www.pequenajornalista.com
Oi, tudo bem? Eu gosto de mistério, então já li alguns livros dela, mas esse eu não cheguei a ler, só assisti a minissérie. Tudo que o Martin faz eu acabo assistindo, mesmo que fora da minha zona de conforto.
ExcluirEspero que você goste!
Beijos;
Oi Helaina! Eu li o livro ano passado e gostei bastante, especialmente pelo plot de um grupo secreto. Não sei se isso foi incluído na série, já que não consegui assistir ainda, mas foi o elemento de mais destaque para mim. A Bundle vivia com o pai e não com a mãe no livro. E você não é a primeira que vejo mencionar que poderia ter sido um filme. Eu vou ver, mas sem muitas expectativas.
ResponderExcluirBjos!!
Moonlight Books
@moonlightbooks
Oi, Cida! Bom, essa parte foi mantida, e por conta dela as pessoas criaram esperança de uma segunda temporada, com a ação do grupo, mas não sei se vai acontecer. Eu acho que é uma tendência por conta da audiência que não solta o celular, aí colocam um desenvolvimento mais lento para as pessoas poderem acompanhar. Só não gostei do Martin ter aparecido tão pouquinho. Espero que você goste!
ExcluirBeijos;
Parece ser uma série bem envolvente.
ResponderExcluirBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está em Hiatus de verão entre 03 de fevereiro à 09 de março, mas comentaremos nos blogs amigos. Mesmo em Hiatus, o JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
Jovem Jornalista
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Até mais, Emerson Garcia
Sim, bastante!
ExcluirBoa semana pra você também!
Oi, Helaina! Como vai? É um enredo que provoca curiosidade, não é mesmo? Fico contente que tenha gostado. Em geral, sou atraído por narrativas intricadas, repletas de nuances. O maior obstáculo, em meu caso, é a escassez de tempo para me aventurar por essas séries. Um abraço Helaina!
ResponderExcluirOi, Luciano. Tudo bem e você? Sim, acho que mesmo que o Martin não participasse eu teria assistido pela curiosidade. Ah, amigo, eu entendo. Reconheço meu privilégio de ter tempo sobrando o que me causa culpa por não conseguir ser tão produtiva quanto eu gostaria. Um abraço!
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