janeiro 28, 2011

[Especial] Viva Las Vegas!

Depois de publicar sobre a minha infância, sobre a minha adolescência, essa terceira e última parte é pra falar sobre a fase em que eu estou agora... minha vida adulta... pelo menos é a opinião da maioria... vai saber...

Vida adulta

Fui logo me afeiçoando aos peritos. Criei um carinho especial por cada um deles. Admirava a Catherine, me identificava com a Sara, me divertia com o Nick e o Warrick, irmãos que eu nunca tive. E me apaixonei pelo Greg. Fazia tempo que eu não sentia isso. Desde o Kurama nenhum outro garoto havia tocado meu coração de novo, mas sou feliz pelo Greg ter se arriscado. Passamos momentos maravilhosos juntos.

Nosso chefe, o Grissom foi um caso a parte. Durante muito tempo procurei nele uma figura paterna como a que eu tinha com o Mulder, mas não encontrei. Ele sempre foi muito distante. Mesmo o fato de termos o mesmo curso de graduação nunca serviu pra nos aproximar. Talvez por isso eu tenha acabado largando tudo e dando um tempo.

Resolvi usar minha experiência na resolução de crimes em outros lugares. Ajudei a detetive Lilly Rush em algumas investigações de casos arquivados por falta de provas. Depois em São Francisco investiguei com Monk alguns casos intrigantes.

Como nada dava sentido a minha vida resolvi tentar outro continente. Outro mundo. E foi como eu conheci Hogwarts. Foram 7 anos maravilhosos. Fiz vários amigos e finalmente encontrei o que eu tanto procurava. Remus Lupin foi um grande professor, mestre e amigo. Jamais me esquecerei dele. Mas nossas vidas tomaram rumos completamente diferentes depois da batalha em Hogwarts. E eu resolvi voltar para o lugar onde tinha nascido.

De novo com o Didi perseguimos fantasmas, procuramos tesouros e mais uma vez o vi virando criança e percebi o como essa inocência e alegria infantil faz falta. Porém, não era por alí que eu poderia encontrá-la. Despedi-me dele com a promessa de que voltaria sempre que pudesse. Promessa essa que cumpro até hoje e voltei para o país que, depois de todas essas experiências que eu tive, eu acabei aprendendo a chamar de casa.


Encontrei uma dupla de irmãos que caçava seres sobrenaturais pelo país e embarquei na viagem com eles em seu Chevy Impala 67 pelas cidades do país. Talvez pra lembrar meus tempos como agente do FBI cortando o país com Mulder e Scully, atrás de criaturas estranhas, talvez pra lembrar meus tempos de perita. Só sei que acabei foi me lembrando de outra coisa... Que eu tenho um coração e que está vivo. Apaixonei-me por Sam Winchester e ele por mim. As viagens se tornaram melhores ainda e vivemos a paixão intensamente por vários meses. Meu cunhado, por assim dizer, Dean Winchester era uma figura e sempre tentava aprontar alguma pra gente que deixava o Sam meio bravo, mas que eu achava um tanto divertido. Uma pena que com o passar do tempo começamos a nos distanciar. Ainda sou muito amiga dos dois, e sempre que quero dar uma volta por algum lugar desconhecido do país atrás de criaturas ou seres estranhos é só ligar pra eles, mas dei outro rumo para minha vida.

Voltei pra Califórnia com a intenção de procurar por Monk, mas acabei encontrando Patrick Jane. Estranho como ele fez uma leitura sobre mim sem que eu dissesse nada a ele. E eu que me achava um livro muito bem lacrado... Trabalhei um tempo no CBI como consultora assim como o Patrick. A equipe toda me recebeu muito bem e vou guardar a amizade deles pra sempre. E as pizzas ao final de cada caso concluído jamais vou esquecer. O abacaxi sempre dava um toque especial.

Aos poucos estou voltando pra Las Vegas, mas bem aos poucos mesmo. Greg me recebeu de braços abertos, afinal ele nunca deixou de me ligar. Estou pegando mais leve com o Grissom, mas quando preciso não hesito em correr até o Mulder e a Scully pedindo ajuda. Descobri que o Greg também conhece os dois, e também é fã deles!

Minhas férias agora eu passo em Acapulco, ou no Guarujá, dependendo do ano. E quando posso fico na vila e almoço no restaurante da dona Florinda. A comida é um espetáculo por lá, só tem um problema, na hora da sobremesa ou do café... É que não tem biscoito! Mas isso é o de menos.

Essa é minha história. Claro que não acabou. Ainda tem muito mais confusão vindo por aí. Espero que meu final seja Feliz. Se não for Feliz, é porque ainda não é o Fim!

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