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abril 23, 2026

[Novos na estante] #19

Nessa edição da coluna novos na estante, além o sebo que sempre contribui para aumentar o número de exemplares na minha lista de leitura, tem um livro que foi um presente entregue pelo próprio autor. Um escritor querido, cuja mãe é minha vizinha e nossas famílias são amigas de muitos anos, publicou de forma independente uma fantasia que tem despertado em mim muitas reflexões.

A Casa da Rua 40 (M.Zuchi): Um versículo do Qohélet “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás de vento” foi a fagulha desta escrita, o ponto de partida para toda a história, que trouxe reflexões profundas e serviu de pano de fundo para todos os diálogos internos que compartilho neste livro. Cada personagem que ganhou vida em minha imaginação, cada lugar que me levaram a conhecer, funcionaram como “portas” que eu precisava abrir e atravessar dentro da minha cabeça. A Casa 7 é o ponto de partida para a Terra das Escolhas, um caminho necessário para encontrar o sentido da vida. Busquei ingredientes na minha infância, resgatei aprendizados que observei ao longo do caminho, nos erros, nos traumas, nas alegrias, nas boas e más lembranças, nas conquistas, nos causos descompromissados, e nas conversas fiadas entre amigos. Trata-se de literatura fantástica, pois, nada como ter a oportunidade de criar novos pontos de vista, ou melhor, dar vista a pontos que sempre estiveram lá, com personagens carregados de elementos sobrenaturais, extraordinários e surreais; com perguntas e respostas que surpreendem, por estarem cheias de sabedorias e de dúvidas cotidianas; por serem simples, mas, ricos em cura e em empatia. (Sinopse completa: Amazon)

abril 16, 2026

[5 Motivos] para assistir: Emergência Radioativa

O Brasil já foi cenário de várias tragédias e algumas delas serviram de lições para que os mesmos erros não se repetissem. No entanto, as pessoas envolvidas no evento original não têm a chance de contar com o preparo que surge depois e foi assim que em setembro de 1987, em Goiânia, Goiás, dois catadores de material reciclável tomaram posse de um objeto abandonado sem saber o perigo que corriam.

Pouco tempo havia se passado do desastre nuclear de Chernobyl, em abril do ano anterior, por isso estava vivo na memória da população a gravidade do problema. Assim, além de correr contra o tempo para evitar que o pó radioativo se espalhasse pelo país inteiro, as autoridades responsáveis precisavam evitar que o pânico se alastrasse levando a população ao caos e agravando a situação.

1. Primeira motivação: Assim como o Incêndio no Edifício Joelma (1974) na cidade de São Paulo, SP, essa tragédia sempre chamou minha atenção pela forma como aconteceu, os desdobramentos e o número de vítimas que deixou. Já havia lido a respeito e quando vi que fariam uma minissérie na Netflix, coloquei na minha lista para assistir.