maio 21, 2026

[Memória afetiva] Revistas

Nostalgia pura é o que define para mim essa postagem. Antes da popularização da internet, qualquer pesquisa escolar se baseava em enciclopédias, jornais e revistas. Era uma maneira mais lenta de se encontrar o que precisa, mas acredito que essa paciência é exatamente o que muita gente sente falta no mundo de hoje. As enciclopédias deveriam permanecer intactas, para futuras consultas, os jornais, dependiam muito das notícias selecionadas para o dia, mas as revistas tinham de tudo um pouco. Com atenção e criatividade a gente conseguia o que precisava mesmo que não fosse o tema da publicação.

Esse recurso, muito explorado pelas escolas na década de 90, fez nascer em mim um hobby: folhear revistas. Muito melhor do que timeline infinita, sem tela brilhante e sem anúncios para interromper (okay, eles estavam lá, mas era bem mais fácil virar a página em menos de 30 segundos). Desse hábito veio o de recortar imagens e pequenos textos para colar nas agendas (ou diários) e quando descobri o que era ser fã de alguma coisa, para montar meu pequeno acervo de reportagens. É dessa saudade que nasceu a postagem de hoje.

Selecionei algumas revistas publicadas na década de 90 e início dos anos 2000 que tem grande significado para mim. Ainda possuo alguns exemplares dos títulos selecionados, mas como todas já foram exaustivamente consultadas e recortadas, precisei buscar no Google uma capa para representar cada uma. Se lembrarem de alguma que tenha sido importante para você, fiquem à vontade para compartilhar nos comentários!


maio 14, 2026

[Tag] Conheça a blogueira

Hoje é dia de TAG aqui no Mente Hipercriativa e dessa vez estou respondendo pela indicação do blogueiro e amigo Luciano Otaciano do blog: Pensamento Solto. Não deixem de visitar! Agora, fiquem com as repostas para conhecer um pouco melhor o Mente Hipercriativa e a blogueira que aqui escreve!

1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog?

O Mente Hipercriativa é meu segundo blog, e surgiu quando o Universo Invisível, criado em 2008 para compartilhar meus contos e crônicas, não me pareceu adequado para receber resenhas e outras postagens variadas. Já tive vontade de juntar os dois, mas acredito que o perfil de visitantes de cada um é diferente e por isso mantenho esse blog desde 2010 com seu conteúdo abordando filmes, livros e séries.

maio 07, 2026

[Eu shippo] Chidi e Eleanor

Esqueci da coluna por algum tempo, e esqueci de novo… hahaha… definitivamente ficar torcendo por casais não é algo que eu faça com frequência. Claro que gosto de personagens com boa química, mas acredito que essa nem sempre precisa se desenvolver em um relacionamento amoroso. No entanto, alguns casais ficam na minha memória e garantem morada no meu coração e em alguns casos acabam virando um tipo de meta de relacionamento que só serve pra aumentar a expectativa e a possibilidade de frustração.

Dessa vez resolvi trazer um casal de uma série que eu amei desde a primeira vez que vi e já revi pelo menos duas vezes. Com humor e reflexões profundas, The Good Place divide lugar no meu coração com Arquivo X (1993-2018) e Sherlock (2010-2017).

Casal Escolhido: Chidi Anagonye e Eleanor Shellstrop

abril 29, 2026

[Top 5] Musicais

Mais uma vez a postagem saindo num dia diferente aqui no Mente Hipercriativa! Dessa vez o motivo, repetindo o do ano passado em que eu também adiantei a postagem, é o dia internacional da dança! Como já contei minha trajetória nessa arte na postagem: [Hoje é dia…] Internacional da dança, resolvi comemorar a data esse ano relembrando e recomendando alguns dos musicais que moram no meu coração.

Faz pouco tempo que comecei a apreciar esse gênero cinematográfico, mas acho que farei isso com maior frequência daqui em diante. Acredito que essa lista tem filmes para todos os gostos com algo em comum: belas canções, histórias inesquecíveis e ótimas coreografias!

La La Land: Cantando Estações (2016): O pianista Sebastian conhece a atriz Mia, e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva Los Angeles, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo, enquanto perseguem fama e sucesso.

abril 23, 2026

[Novos na estante] #19

Nessa edição da coluna novos na estante, além o sebo que sempre contribui para aumentar o número de exemplares na minha lista de leitura, tem um livro que foi um presente entregue pelo próprio autor. Um escritor querido, cuja mãe é minha vizinha e nossas famílias são amigas de muitos anos, publicou de forma independente uma fantasia que tem despertado em mim muitas reflexões.

A Casa da Rua 40 (M.Zuchi): Um versículo do Qohélet “Tenho visto tudo o que é feito debaixo do sol; tudo é inútil, é correr atrás de vento” foi a fagulha desta escrita, o ponto de partida para toda a história, que trouxe reflexões profundas e serviu de pano de fundo para todos os diálogos internos que compartilho neste livro. Cada personagem que ganhou vida em minha imaginação, cada lugar que me levaram a conhecer, funcionaram como “portas” que eu precisava abrir e atravessar dentro da minha cabeça. A Casa 7 é o ponto de partida para a Terra das Escolhas, um caminho necessário para encontrar o sentido da vida. Busquei ingredientes na minha infância, resgatei aprendizados que observei ao longo do caminho, nos erros, nos traumas, nas alegrias, nas boas e más lembranças, nas conquistas, nos causos descompromissados, e nas conversas fiadas entre amigos. Trata-se de literatura fantástica, pois, nada como ter a oportunidade de criar novos pontos de vista, ou melhor, dar vista a pontos que sempre estiveram lá, com personagens carregados de elementos sobrenaturais, extraordinários e surreais; com perguntas e respostas que surpreendem, por estarem cheias de sabedorias e de dúvidas cotidianas; por serem simples, mas, ricos em cura e em empatia. (Sinopse completa: Amazon)

abril 16, 2026

[5 Motivos] para assistir: Emergência Radioativa

O Brasil já foi cenário de várias tragédias e algumas delas serviram de lições para que os mesmos erros não se repetissem. No entanto, as pessoas envolvidas no evento original não têm a chance de contar com o preparo que surge depois e foi assim que em setembro de 1987, em Goiânia, Goiás, dois catadores de material reciclável tomaram posse de um objeto abandonado sem saber o perigo que corriam.

Pouco tempo havia se passado do desastre nuclear de Chernobyl, em abril do ano anterior, por isso estava vivo na memória da população a gravidade do problema. Assim, além de correr contra o tempo para evitar que o pó radioativo se espalhasse pelo país inteiro, as autoridades responsáveis precisavam evitar que o pânico se alastrasse levando a população ao caos e agravando a situação.

1. Primeira motivação: Assim como o Incêndio no Edifício Joelma (1974) na cidade de São Paulo, SP, essa tragédia sempre chamou minha atenção pela forma como aconteceu, os desdobramentos e o número de vítimas que deixou. Já havia lido a respeito e quando vi que fariam uma minissérie na Netflix, coloquei na minha lista para assistir.

abril 02, 2026

[Sessão Pipoca] Um estudo em rosa

Meu primeiro contato com Sherlock Holmes não foi a partir dessa série. Desde que me entendo por gente, por amar o universo literário eu ouço falar do famoso detetive, mas nunca li uma só história. No entanto, tudo mudou em 2020, em meio à pandemia, quando um dia encontrei minha mãe assistindo uma série. Mal sabia eu o quanto aquela dupla de amigos mudaria minha vida para sempre.

Como comecei assistindo despretensiosamente os episódios exibidos diariamente na TV Brasil nas noites de segunda a sexta, não pude escolher a sequência e por isso Os Cães de Baskerville, o segundo da segunda temporada, foi o primeiro que assisti. Dali fui até o fim da série e apenas quando a emissora reiniciou a exibição assisti a Um estudo em rosa. Isso influenciou bastante na maneira como me identifiquei e me afeiçoei a Sherlock Holmes e John Watson.

Sinopse: Depois que algumas pessoas cometem suicídio tomando uma pílula mortal, o detetive Lestrade, da polícia local, procura o único homem capaz de resolver um caso que, aparentemente, está ligado a um assassino em série. Esse homem é Sherlock Holmes. (Fonte: Google)