Estou me divertindo muito com as postagens nostálgicas, tanto que acabei me inspirando em criar mais uma coluna aqui no Mente Hipercriativa que remete a algo que várias adolescentes dos anos 90 possuíam. O termo, sem chave, pode parecer estranho, já que manter segredos era fundamental para quem tinha um diário, mas duas coisas me motivaram a escolher esse nome. A primeira é que se vou publicar na internet, não é segredo nem muito particular. A segunda é que a chave fazia pouca ou nenhuma diferença naqueles diários. A gente precisava contar com a cooperação dos outros de não ler mesmo. 👀
Aqui vou compartilhar eventos, fotos, ou o que mais eu
contaria em uma conversa entre amigos, pois acredito que algumas experiências
são mais legais quando vividas em grupo. Fiquem agora com a primeira edição de
Diário sem chave!
Mas nessa primeira página de diário quero escrever sobre onde eu cheguei, e foi muito mais longe do que jamais imaginei (até agora). Ao longo desses 10 anos foram vários bloqueios superados, passo a passo, para conseguir encarar uma competição. Depois de subir no palco em dezembro do ano passado, numa apresentação tradicional do Studio para as famílias e demais convidados, a professora e coreógrafa, Carolina Granato, convenceu o grupo a participar do festival Amadança em sua 20ª edição na cidade de Juiz de Fora (MG). Ela queria que a gente sentisse como é um festival e participasse sem grandes pretensões. Pois bem…
Nem a gente acreditou quando recebeu a notícia. O choque foi tão grande quanto a alegria de ter nosso trabalho bem classificado e reconhecido. Com um grupo onde a maioria dos integrantes fez sua estreia em um festival, foi uma recompensa maravilhosa pela dedicação nos treinos e o esforço de cada uma de nós. Amei demais e ainda estou processando o que aconteceu! 💖 Para ver as fotos e vídeos do festival, acesse: Studio Viva Dança
E esse mês trouxe mais, uma feira literária para chamar de nossa. Desde 2016, quando aconteceu a 1ª bienal no livro aqui na cidade que infelizmente não se repetiu, não tivemos mais um evento voltado a literatura com lançamentos, palestras, oficinas e estantes de venda reunidos no mesmo local.
A Feira do Livro Vozes JF começou de maneira tímida, mas espero que cresça bastante nos próximos anos. E uma alegria estar de volta ao mapa das feiras literárias do país e principalmente os autores da cidade recebendo o merecido destaque.
O Mente Hipercriativa nunca foi um blog literário, apesar do meu amor pelos livros e pela escrita, nem dedicado ao audiovisual, mesmo com tantas postagens sobre filmes e séries ou informativo com datas comemorativas e curiosidades. Desde a retrospectiva que fiz no começo do ano (leia aqui), onde reli muitas das postagens publicadas, percebi o quanto cada uma delas reflete o que eu estava experimentando no momento, mesmo que esse não fosse o tema da publicação.
Notei que, de certa forma, o Mente Hipercriativa é um blog pessoal onde eu falo o que eu gosto e digo isso porque assim fico mais à vontade para continuar compartilhando as publicações sem entrar no desespero que tem sido divulgar conteúdo ultimamente. Não está fácil conseguir visibilidade nas redes sociais, principalmente sem investimento financeiro, mas se essa não é a razão pela qual tenho um blog, não há motivo para me desmotivar a continuar.
Espero que vocês tenham gostado dessa nova coluna mais pessoal! Eu gostei muito de compartilhar com vocês esse marco na minha vida de bailarina.




ResponderExcluirOi, Helaina! Como vai! Que história bonita a sua em relação à dança. É curioso constatar como, muitas vezes, os bloqueios que nos afligem são frutos de nossas próprias criações e nossos medos. É maravilhoso saber que você conseguiu superar essa barreira de se sentir incapaz e de se considerar velha aos 32 anos para se entregar à dança. Menina, como poderia ter se depreciado a tal ponto? De qualquer forma, os blogs atuais sobrevivem, sem dúvida, pela teimosia de seus criadores, não é mesmo? Ao refletir de forma racional sobre a razão de ainda manter um blog, percebo que ele existe apenas por teimosia e paixão; se não fosse assim, já teria se perdido nas brumas do tempo, ainda mais hoje em dia. Um fraterno abraço amiga!
Lembro que esses diários com chave e tudo era "coisa de menina", nós, garotos, não dávamos a mínima pra isso...rs mas eu gostava era de ter cadernos onde eu escrevia histórias e poesias e compartilhava com uma amiga. Meus amigos não precisavam saber disso...rss
ResponderExcluirE engraçado que os blogues começaram exatamente como "diários virtuais", aberto pra todo mundo ler. Jogou-se a chave fora.
Abraços
Não sabia que você dançava. Dançar deve ser libertador e deve trazer muita saúde para a vida também. Parabéns pela atividade!
ResponderExcluirBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
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Até mais, Emerson Garcia
Adorei o conceito desta rubrica!
ResponderExcluirBjxxx,
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Dançar é bom demais e sem dúvidas nunca é tarde pra começar.
ResponderExcluirAdorei o nome dessa categoria, eu tive esses diários em que a chave era mais pra enfeite do que qualquer coisa hahahhaa.
Eu adorei o post ♥
https://www.heyimwiththeband.com.br/
Oi Helaina! Eu tive esse diários com chave, mas admito que escrevia algumas páginas e desistia de relatar os meus dias depois disso. Assim, eles acabavam em branco. Gostei dessa nova coluna. Realmente seu blog é bem pessoal, ele é mesmo como um grande diário sem chave.
ResponderExcluirBoa semana!
Moonlight Books
@moonlightbooks